O Administrador da Rádio Capital FM da Guiné-Bissau considerou “desumano” assalto àquela estação emissora a 7 de fevereiro de 2022 pelos homens armados.
Hoje (7.2), na Vigília de Funcionários da Rádio Capital FM a frente da mesma estação, Mustafa Queita disse que “não há liberdade de imprensa na Guiné-Bissau”.
Não há liberdade de imprensa na Guiné-Bissau, porque, se houvesse, hoje, seria dia de comunicação social”, considerou Queita, afirmando que “ fechar radio capital é perseguição “.
“Rádio Capital é um órgão que dá voz àqueles que não têm, único pecado que cometemos é dar voz ao povo para dizer os que estão a governar queremos que nos governem assim”, acrescentou Mustafa Queita.
Passou um ano após ao assalto e destruição da Rádio Capital FM pelos homens armados com uniformes militares. Para assinalar a data, os funcionários realizaram uma vigília para exigir autoridades nacionais a justiça sobre o ato.
Bacari Indjai
RTB
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