A cidade de Bissau foi abalada, na terça-feira, 31 de março, pelo assassinato do vigário Luís Balanta, num crime descrito pelas autoridades como “bárbaro” e que está a gerar forte indignação pública.
As autoridades judiciais e policiais garantem estar a mobilizar todos os meios disponíveis para identificar e responsabilizar os autores do homicídio, tanto materiais como morais.
A Diretora Nacional Adjunta da Polícia Judiciária da Guiné-Bissau, Cornélia Té, manifestou profunda consternação pela morte do vigário, assegurando que a investigação está a decorrer com prioridade máxima.
“É com muita tristeza que recebemos a informação sobre a perda da vida do nosso irmão de forma bárbara. A Polícia Judiciária está empenhada, como sempre, em descobrir os autores, tanto morais como materiais, deste ato”, afirmou.
Segundo a responsável, estão a ser acionados todos os meios legais, técnicos e logísticos para garantir que nenhum dos envolvidos fique impune.
“Já basta de homicídios no país e basta de perda de vidas de inocentes. O verdadeiro responsável irá pagar pelo que fez”, declarou, apelando à confiança da população.
Cornélia Té sublinhou ainda a importância da colaboração cidadã, apelando à partilha de qualquer informação relevante para o esclarecimento do crime. Referiu também a articulação com outras estruturas do Estado, incluindo o Ministério do Interior da Guiné-Bissau e o Serviço de Informação e Segurança (SIS).
Por sua vez, o Comissário Nacional Adjunto da Polícia de Ordem Pública, Indjaiba Dafé, confirmou que as forças de segurança iniciaram diligências imediatas no terreno logo após o crime.
“Logo na primeira hora de ontem, as nossas equipas foram para o terreno. Neste momento, trabalhamos em colaboração com a Polícia Judiciária e com a Guarda Nacional, através das nossas estruturas de investigação”, afirmou.
As autoridades asseguram que a investigação decorre em estreita coordenação entre diferentes forças de segurança, com o objetivo de apurar rapidamente os contornos do homicídio e levar os responsáveis à justiça.
O assassinato do vigário Luís Balanta reacende o debate sobre a segurança pública na Guiné-Bissau, num contexto em que cresce a preocupação com a criminalidade violenta e a necessidade de proteger vidas inocentes.
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