O chefe da junta militar da Guiné, General Mamady Doumbouya, proibiu os ministros de viajar para o estrangeiro sem a sua autorização e ordenou o regresso de todos aqueles que se encontram atualmente fora do país, anunciou o seu gabinete.
O comunicado, emitido na quinta-feira, entra em vigor imediatamente e estende-se até ao final do ano, conforme declarou o secretário-geral do governo.
“Por instruções do presidente”, lê-se no comunicado, “é exigido que todos os ministros em missão no exterior concluam as suas atividades e regressem ao território nacional”.
Vários ministros encontram-se atualmente no estrangeiro.
O porta-voz do governo, Ousmane Gaoual Diallo, afirmou que a decisão foi tomada para reduzir os gastos públicos.
A medida “reforça a eficácia do governo ao mesmo tempo que garante uma gestão otimizada dos recursos do Estado”, disse ele à AFP.
Altos membros dos departamentos governamentais e diplomatas ainda podem representar o país no estrangeiro, acrescentou.
O antigo coronel, Doumbouya, agora presidente do país da África Ocidental e promovido a general, tomou o poder em setembro de 2021.
Inicialmente, a junta cedeu à pressão internacional para devolver o poder ao governo civil até ao final de 2024.
No entanto, admitiu posteriormente que não cumprirá esse compromisso.
Vários membros do governo manifestaram-se a favor de Doumbouya candidatar-se às próximas eleições presidenciais.
VOA
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