Lusa
A coligação governamental na Guiné-Bissau lançou hoje acusações contra o batalhão do Palácio Presidencial, alegando que este utilizou “força desproporcional e injustificada” durante os confrontos com a Guarda Nacional, relacionados com a detenção de dois membros do governo.
Uma fonte da Coligação Plataforma Aliança Inclusiva (PAI) – Terra Ranka, que preferiu não ser identificada, fez estas declarações à agência Lusa a partir de Bissau. A fonte considerou que os tiroteios que ocorreram durante esta madrugada e manhã na capital são “uma demonstração de força por parte da Presidência da República contra a Guarda Nacional, que estava apenas a proteger a vida de dois membros do governo”.
“Acreditamos que não há justificação para o uso desta força e para este nível de violência indiscriminada”, acrescentou a fonte, instando a comunidade internacional a solicitar uma intervenção da Comunidade Económica dos Estados da África Ocidental (CEDEAO), que mantém uma presença no país desde a tentativa de golpe de Estado de 1 de fevereiro de 2022.
RTB/Lusa
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Afinal, quem ordenou à Guarda Nacional para retirarem da prisão preventiva, os governantes? Ninguém diz nada e tudo está em segredo porque a justiça não funciona e desrespeito pelas ordens constitucionais da República. Cada instituição faz o que bem entende e nada se passa.