Na Guiné-Bissau, a greve geral de cinco dias iniciada pelos sindicatos de saúde e educação teve uma adesão de 85%, segundo Yoyo João Correia, porta-voz da Frente Social, que reúne quatro sindicatos.
Os sindicatos estão a exigir o cumprimento de acordos assinados com o governo em novembro passado, incluindo o pagamento de subsídios de vela, de giz e de isolamento aos profissionais dos dois setores.
Além disso, reclamam uma solução para a medida decretada pelo executivo em 2022 de estancar a entrada de novos funcionários nos setores da saúde e da educação, o que tem afetado o funcionamento de centros de saúde e escolas.
Os sindicatos também exigem que o governo adote medidas que acabem com as “nomeações políticas” e uniformize o currículo escolar e os protocolos médicos.
A Frente Social lamenta que não tenha sido contactada pelo governo desde novembro, apesar de ter entregado o caderno reivindicativo em janeiro e anunciado a greve em fevereiro.
O Simão Mendes, principal hospital do país, afirmou que a greve não é sentida naquela unidade, onde os serviços funcionam normalmente.
RTB/Lusa
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