CFM
O processo judicial contra o contra-almirante Bubo Natchuto, em curso no Tribunal Militar Superior de Bissau, foi interrompido esta quinta-feira, 4 de setembro, ficando o reinício agendado para o próximo mês de outubro, informou a equipa de defesa do oficial.
Após aproximadamente três horas de audiência, a sessão foi suspensa devido às questões prévias apresentadas pelos advogados de Natchuto, que colocaram em causa a legitimidade das testemunhas arroladas.
Segundo explicou o advogado Marcelino Intupé, “a lei impede que testemunhas com ligação direta aos factos ou às entidades envolvidas possam depor”. E acrescentou: “Muitas das testemunhas chamadas pertencem ao Estado-Maior General das Forças Armadas, que, além de criar a comissão de inquérito, também conduziu investigações, interrogatórios e produziu relatórios sobre os acontecimentos. Não faz sentido que os mesmos intervenientes sejam agora apresentados como testemunhas.”
O contra-almirante responde em tribunal por alegada participação na tentativa de golpe de Estado ocorrida a 1 de fevereiro de 2022. Recorde-se que, em fevereiro deste ano, 14 militares acusados no mesmo processo foram condenados a penas de prisão efetiva que variam entre 12 e 29 anos, acompanhadas de expulsão das fileiras. Outros 11 arguidos foram absolvidos por falta de provas.
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