O ministro das Finanças disse que mais reformas serão feitas em 2023 e que serão marcadas pela realização de novo recenseamento dos funcionários públicos.
Ilídio Vieira Té, em entrevista à ANG em termos de balanço das ações levadas a cabo durante 2022, garantiu que este será o último recenseamento dos servidores públicos no país.
“Não podemos passar todo o tempo a fazer recenseamentos. Vamos passar a fazer apenas atualizações de dados, tendo em conta que a Administração Pública não é estática”, disse.
O governante disse que o novo recenseamento deverá permitir ter uma folha de salário mais realista e credível, salientando que isso contribuirá para a redução da massa salarial e, consequentemente, permitirá investimentos noutros sectores.
Ilídio Té anunciou que, em 2023, vai ser possível iniciar as obras de reabilitação do Hospital de Bafatá, Mansoa, Biombo e Cacine.
“Temos que apostar na melhoria das nossas estruturas sanitárias. Estamos empenhados na construção de infraestruturas rodoviárias de forma a permitir as populações terem acesso, em melhores condições, aos hospitais e escolas”, disse.
Referiu que já está em reabilitação o Liceu Nacional Kwame Nkrumah em Bissau, e diz que são apostas para alavancar setores chaves de forma a permitir o país caminhar rumo ao desenvolvimento.
O ministro das Finanças disse estarem no bom caminho as relações entre o Governo e os sindicatos, salientando que nos sectores de Saúde e educação, por exemplo, os subsídios reivindicados já estão a ser pagos.
Disse reconhecer que os problemas são enormes e que não podem ser resolvidos de uma vez, por isso promete soluções a medida das possibilidades do Tesouro Público.
Vieira Té reiterou a disponibilidade do governo de se sentar a mesma mesa com os sindicatos para, juntos, encontrarem soluções que levam o país para frente.
No que toca as medidas para travar a subida de preços de produtos nos mercados, Ilídio Té disse que o governo já tomou várias medidas neste sentido e que até está a ficar prejudicado.
Acrescentou que, com a decisão de baixar a taxa tributária o Estado perde milhões, e quem está a ganhar com a medida são os comerciantes, não a população.
“Recentemente voltamos a assumir as nossas responsabilidades como governo na redução de preços de sacos de arroz com medidas de subvencionar a sua importação para que os preços possam baixar”, disse.
RTB/ANG
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