O Presidente de Timor-Leste e Prémio Nobel da Paz, José Ramos-Horta, publicou uma mensagem nas redes sociais a condenar o “fracasso repetido” da comunidade internacional em antecipar crises e prevenir conflitos. Num texto assertivo, o líder timorense descreveu o Conselho de Segurança das Nações Unidas como “paralisado, obsoleto e não representativo do mundo atual”, apelando a uma reforma urgente da arquitetura global de governança.
“Temos falhado repetidamente em antever crises e evitar conflitos. O Conselho de Segurança da ONU está paralisado, obsoleto e não representa o mundo de hoje”, escreveu Ramos-Horta. “Precisamos urgentemente de construir uma nova arquitetura para a governança global, baseada na justiça, equidade e responsabilidade igualitária”, acrescentou, sem detalhar propostas concretas.
O estadista, conhecido pela sua defesa histórica da autodeterminação timorense, também se dirigiu ao conflito israelo-palestiniano e à guerra na Ucrânia, expressando esperança de que um eventual regresso de Donald Trump à Casa Branca possa alterar o rumo das décadas de “humilhação, despojo e tentativas de aniquilação completa dos palestinianos”. Ramos-Horta defendeu ainda um “acordo de paz abrangente e justo” para a Ucrânia, sem especificar como tal seria alcançado.
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