As discussões de alto nível deste ano devem concentrar-se fortemente nos conflitos em curso em Gaza, Sudão e Ucrânia, assim como na crescente crise climática.
O evento terá início com uma cimeira destinada a impulsionar os esforços para a Cimeira do Futuro, marcada para os dias 22 e 23 de setembro.
O Secretário-Geral da ONU, António Guterres, classificou a cimeira como uma “oportunidade única numa geração” para renovar a cooperação multilateral. Espera-se que os delegados aprovem o “Pacto para o Futuro”, um documento abrangente que visa reformar o sistema das Nações Unidas para melhor enfrentar os desafios do século XXI.
O Debate Geral, o evento principal da sessão, começa na terça-feira, 24 de setembro, com discursos de líderes dos 193 Estados-membros da ONU. Cada país terá entre 15 a 20 minutos para se dirigir à comunidade internacional.
Como é tradição, o presidente do Brasil será o primeiro a subir ao pódio, seguido do presidente dos Estados Unidos, Joe Biden. Ao longo de seis dias, uma sucessão de líderes mundiais discursará perante a assembleia, delineando as suas prioridades nacionais e opiniões sobre os assuntos globais.
O Presidente da Guiné-Bissau está agendado para discursar no dia 25 de setembro de 2024, onde deverá abordar temas de interesse nacional e internacional.
Aqui está a programação completa dos países que irão discursar na 79.ª Assembleia Geral da ONU em Nova Iorque:
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