A Real Federação Marroquina de Futebol emitiu um comunicado na sequência da polémica que envolveu o jogo entre Marrocos e a República Democrática do Congo no segundo dia da Taça das Nações Africanas de 2023.
Na sua declaração, a federação esclareceu uma série de pontos. Sublinhou as relações especiais e históricas que existem entre o Reino de Marrocos e a República Democrática do Congo, bem como os laços fraternos entre os povos dos dois países.
A federação sublinha a cooperação forte e excecional entre a FRMF e a federação congolesa (FECOFA), o número de jogadores congoleses que jogam em Marrocos e os intercâmbios de futebol.
No seu comunicado, a Federação Real Marroquina de Futebol deplora as acusações de atos antidesportivos que se seguiram ao jogo e afirma não se reconhecer nas diferentes declarações.
O presidente da FRMF, Fouzi LEKJAA, foi o primeiro a felicitar o treinador da equipa congolesa, Sébastien Desabre, o que reflete o estado de espírito da seleção, que foi evidente durante todo o jogo, lê-se no comunicado de imprensa.
Além disso, o jogador marroquino Achraf Hakimi assistiu ao tratamento do jogador congolês Henoc Inonga Baka.
Ao prestar estes esclarecimentos, a FRMF reitera o seu compromisso com os valores da boa conduta, da ética e do fair-play, e considera que estes factos só vêm reforçar os laços de fraternidade entre os dois países.
//RTB
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