A Comunidade Económica dos Estados da África Ocidental (CEDEAO) condenou a violência e qualquer tentativa de perturbação da ordem constitucional na Guiné-Bissau. O comunicado divulgado pela CEDEAO pede a detenção e julgamento dos responsáveis pelos incidentes e expressa solidariedade ao povo e autoridades da Guiné-Bissau.
Na sexta-feira, confrontos armados entre a Guarda Nacional e forças do Batalhão do Palácio Presidencial resultaram em detenções e pelo menos dois mortos. Estes confrontos ocorreram enquanto o Chefe do Estado Maior General das Forças Armadas estava fora do país.
A tensão na região aumentou após o Ministério Público decretar a prisão preventiva do ministro das Finanças, Sulemaine Seide, e do secretário de Estado do tesouro, António Monteiro, investigados por um pagamento de seis mil milhões de francos CFA a empresários. Seide e Monteiro, membros do Partido Africano da Independência da Guiné e Cabo Verde (PAIGC), foram levados para a sede da Polícia Judiciária e depois retirados por elementos da Guarda Nacional.
O Ministério Público realizou buscas e apreendeu documentos relacionados a este caso. A situação política envolve ainda o Madem G15 e a Assembleia do Povo Unido – Partido Democrático da Guiné-Bissau (APU – PDGB), partidos de oposição no parlamento.
A ONU fez um apelo ao respeito pelo Estado de direito e instou as forças armadas e de segurança a se absterem de interferir na política nacional.
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