Jornal No Pintcha
A Confederação Nacional das Organizações de Imprensa (CNOI) expressou o seu lamento e repúdio pela “Nota de protesto” emitida pelo Sindicato dos Jornalistas Angolanos, que criticou severamente o Presidente da República em solidariedade com os seus colegas guineenses, que foram alvo de comportamentos considerados inaceitáveis por Sissoco Embaló.
Numa conferência de imprensa realizada hoje, dia 17 de julho, a CNOI, através do seu vice-presidente, condenou veementemente os “ultrajes invulgares e comentários odiosos” dirigidos ao Chefe de Estado, sublinhando que este tipo de posicionamento vai contra os objetivos fundamentais do Sindicato dos Jornalistas Angolanos (SJA).
Abduramane Djaló instou o SJA a refletir seriamente sobre os desafios enfrentados pelos jornalistas angolanos, destacando que Angola figura entre os países onde a profissão enfrenta significativas dificuldades, como assassinatos, perseguições, encerramento de órgãos de comunicação privados e fuga de profissionais.
Além disso, Djaló salientou que é a primeira vez na história do jornalismo que um sindicato do setor dirige ataques e insultos ao Chefe de Estado de um país amigo, recordando que graças às relações diplomáticas, Umaro Sissoco Embaló facilitou a regularização dos emigrantes guineenses em Angola. “Estamos num momento crucial das relações entre os dois países. Hoje, os guineenses podem deslocar-se livremente entre os dois países, o que é um benefício que devemos agradecer a Sissoco Embaló.”
O SJA emitiu uma nota no dia 15 deste mês solidarizando-se com o seu homólogo guineense, o Sinjotecs, que apelou ao boicote de todas as atividades do Presidente Umaro Sissoco Embaló.
O SJA acusa Embaló de insultar jornalistas, uma atitude que consideram reprovável e inadequada para um Chefe de Estado ou qualquer outra figura pública de responsabilidade.
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