Yoyo João Correia porta-voz de Frente Social criticou o governo guineense “de ter-se abdicado das suas responsabilidades para com os professores e incumbindo-as aos pais e encarregados da educação através da instituição do sistema de autogestão nas escolas públicas”.
O sindicalista lamentou as consequências da greve de 5 dias que termina esta sexta-feira. Contudo, sublinhou que “ é único meio para fazer valer os seus direitos “.
Aos técnicos de Saúde e estagiários, Yoyo Correia recomendou “para acatarem as orientações da ordem dos médicos e do sindicato, e pediu para evitarem de fazer cobranças ilícitas durante a greve, porque “quem for apanhado será entregue à justiça”.
De lembrar que a Frente Social exige do governo liderado por Nuno Gomes Nabiam “a revogação do despacho do executivo que determinou a suspensão de novas admissões nos setores da Educação e saúde, pagamento de dívidas”.
A greve dos sindicatos da Educação e saúde agrupados na “ Frente Social” decorreu de 10 a 15 de outubro do ano em curso.
ANG_RTB
SIC A saída de imigrantes de Portugal está a começar a ter impacto directo em…
Público Foi encontrado sem vida o jovem de 24 anos, de nacionalidade angolana, que estava…
Público O Brasil atingiu, pela primeira vez, o patamar de muito elevado desenvolvimento humano, segundo…
Um grupo de Oficiais de Justiça afectos ao Ministério da Justiça lançou um grito de…
O Presidente de Transição da República da Guiné-Bissau, General de Exército Horta Inta-a, nomeou novos…
France24 O antigo primeiro-ministro do Senegal, Ousmane Sonko, foi eleito presidente da Assembleia Nacional, poucos…