A informação foi avançada hoje à Lusa pelo Ministro da Administração Territorial e Poder Local Fernando Gomes, após a reunião tida com os partidos políticos com e sem assentos parlamentares, Gabinete Técnicos de Apoio à Gestão Eleitoral e a Comissão Nacional de Eleições.
“Portanto, agora compete a quem de direito pronunciar-se sobre isso. Não são os partidos políticos que decidem, não é o Governo que decide, mas o Presidente da República e claro esta proposta de data vai ser apresentada ao Presidente da República para decidir”, informou.
O responsável justificou ainda os motivos de marcação da data.
“Esta data de facto dá para organizar eleições sem grandes preocupações de falhar e se o Presidente da República concordar com a data vamos todos trabalhar de mãos dadas com os partidos políticos”, disse.
Para Fernando Gomes “O Governo quis satisfazer a vontade expressa pelos partidos políticos em março. Foi uma das exigências a aquisição dessa impressora, porque sem ela não se podia entregar o cartão de eleitor no ato de recenseamento”.
O Ministro da Administração Territorial disse que ainda compete a quem de direito para pronunciar sobre a marcação da data.
“Agora faltam alguns trabalhos preparatórios para anunciar a data do recenseamento, mas só arrancamos quando houver uma decisão do Presidente da República, que por lei é quem decide a marcação da data das eleições”, garantiu.
O Chefe de Estado guineense Umaro sissoco Embalo, dissolveu o parlamento em 16 de maio e marcou as Eleições legislativas para 18 de Dezembro próximo, para o governo de Nuno Nabiam a data é “ impraticável “ e propôs adiar o escrutínio para 23 de abril de 2023.
RTB
Fonte: Lusa
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