Os Sindicatos do Setor da Educação e Saúde congregados na Frente Social realizam a marcha pacífica esta na terça-feira (27.09) sob lema “ Salvar Educação e Saúde da morte deste regime “ [ referindo-se o executivo guineense] que suspendera mais de mil técnicos de Saúde Novos Ingressos alegando medidas para atenuar défice orçamental do saldo primário nas finanças públicas.
Os sindicatos membros de Frente Social exigem do governo liderado por Nuno Gomes Nabiam “ a resolução de 36 pontos em exigências no caderno reivindicativo” entregue no passado 13 de setembro do ano em curso.
No documento, Frente Social justificou que “Durante um ano da reivindicação levada a cabo pela UNTG, os pontos constantes nesta reivindicação em relação ao sector da educação e da saúde, a maioria não foi resolvida “. Mesmo com o “ incumprimento das exigências os sindicatos decidirem dar o ano 2021/2022 como um ano de bonança ao governo liderado por Nuno Gomes Nabiam, permitindo que o ano letivo terminasse sem sobressaltos”.
Os Sindicatos da Frente Social exigem do governo entre outros pontos, “pagamento aos professores contratados e novosingressos do ano letivo 2021/2022, a conclusão de efetivação dos professores, pagamento de dívidas no setor de Saúde e melhoria de condições laborais”. Contudo os sindicatos garantem “abertura ao diálogo com o Governo”.
Frente Social congrega entre outras organizações sindicais, o Sindicato Democrático dos professores ( SINDEPROF), Frente Nacional dos Professores e Educadores ( FRENAPROFE), Sindicato Nacional dos Enfermeiros e Técnicos de Saúde e Afins ( SINETSA) e Sindicato Nacional dos Nacional Quadros Superioresda Saúde ( SINQUASS).
RTB
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