A medida anunciada pelo ministério das pescas da Guiné-Bissau na Conferência de imprensa. O Ministro Alfredo Malu, explicou que essa medida se deve ao facto de as vendedoras praticarem preços muito elevados.
“Constatamos que as vendedoras estão a praticar preços absurdos, tornando assim o pescado pouco acessível a maior parte da população, o peixe é revendido o dobro do preço de aquisição e é com isso que o ministro, Orlando Viegas, quer acabar”.
O Governo guineense tem acordo com uma empresa de pesca chinesa, pelo que assim que recebeu da parte dessas mais de 7 dezenas de toneladas de peixe, ordenou para que esse fosse vendido diretamente aos populares.
“Verificamos também que cada revendedora comprava mais de 15 caixas de peixe, pelo que limitamos o número a 5 caixas no máximo por dia, para permitir assim, que todos tenham oportunidade de adquirir o produto “.
Confrontado com o facto das Bideiras terem de comprar o pescado nacional no vizinho Senegal, o ministro explicou que “embora por lei todos os países que pescam na Guiné devem descarregar todo o pescado no território nacional, isso não acontece ainda por que não existem meios de conservação do mesmo em território nacional”, mas garantiu que em aproximadamente dois meses o país passara a ter condições para a conservação de até 600 toneladas de pescado.
Fonte: Lusa
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