Forças de ordem impediram esta quarta-feira (06.1) a vigília das Organizações da Sociedade civil contra a “destruição “ do Parque N’Batonha em deterimento da misquita e escola.
À reportagem da Rádio TV Bantaba ambientalista guineense que pediu anonimato fala en perseguições e estado de terror na Guiné-Bissau.
Fomos impedido por homens armados e, depois estão nos perseguindo. Neste momento cada um procura esconderijo, há sim, estado de terror”, disse o ativista.
O chefe de estado guineense, Umaro Sissoco Embaló, assumiu ontem, terça-feira a construção de mesquita, escola e centro de saúde no atual parque de Mbatonha, em Bissau, e pediu responsabilidade no tratamento de questões ligadas à religião e deixou aviso aos manifestantes.
“Mbatonha não é uma questão do desígnio nacional. Não se pode fazer política com certas coisas, sobretudo num lugar subutilizado onde só havia répteis. Haverá consequências para quem lá for fazer manifestação” avisou Sissoco Embalo.
Na mesma Comunicação, no âmbito do tradicional balanço do ano, Embalo disse que “as pessoas podem fazer teatro que quiserem. Se for o caso, será construída uma mesquita naquele espaço para as pessoas irem lá rezar”, referiu ainda que não vai permitir qualquer aproveitamento político com base no parque Mbatonha.
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