Em discursos separados no congresso, os candidatos derrotados no X Congresso dos libertadores, Edson Saldanha Araújo, João Bernardo Vieira e Octávio Lopes, afirmaram reconhecer a “lisura do processo” e a “vontade dos congressistas”.
Quadro ligado ao parlamento guineense, Edson Araújo disse aceitar os resultados e que a partir de agora a luta do PAIGC deve ser “de todos os militantes, contra o subdesenvolvimento” da Guiné-Bissau.
Para João Bernardo Vieira “não há vencedor ou vencidos” no congresso que terminou este Domingo em Bissau
“O PAIGC é que venceu. Manifesto a minha total disponibilidade para continuar a servir o partido, ontem, hoje e sempre”, disse João Bernardo.
No seu discurso momento após ao anúncio dos resultados, Octávio Lopes, admitiu que ouviu a “vontade do congresso”, frisando que os congressistas escolheram “de forma inequívoca” Domingos Simões Pereira.
“O processo foi livre, justo e transparente. E a mensagem política deste congresso é clara, citando o poeta Fernando Pessoa: Cada coisa a sem tempo. Ainda não é o meu tempo”, realçou Octávio Lopes, que admitiu ainda ser tempo de “cerrar fileiras à volta de Domingos Simões Pereira” e trabalhar para que o PAIGC possa “eleger um Presidente da República, uma maioria no parlamento e um Governo”.
Octávio Lopes reafirmou a sua “inteira disponibilidade” para servir o novo presidente e o próprio PAIGC
“Nós somos um soldado ao serviço do PAIGC e à disposição do seu presidente”, observou.
RTB/ Lusa
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