O Presidente da República, Umaro Sissoco Embaló, recomendou na terça-feira, 14 de junho de 2022, a nova ministra da Educação e ao primeiro-ministro no sentido de se engajarem na recuperação do liceu nacional nacional Kwame Nkrumah, que está numa fase avançada de degradação, para que possa funcionar no próximo ano letivo.
Embaló fez essa recomendação na cerimónia de posse de quatro membros do governo que não tinham sido empossados, designadamente a ministra do Estado dos Negócios Estrangeiros, da Cooperação Internacional e das Comunidades, Suzi Carla Barbosa, e os três dirigentes do Partido da Renovação Social (PRS), nomeados ontem, Dionísio Cabi, ministro dos Recursos Naturais, Augusto Poquena, ministro da Energia e Indústria, e Martina Moniz para a pasta da Educação Nacional.
Os dirigentes dos renovadores ora empossados substituem os três dirigentes do PRS, incluindo o presidente em exercício do partido, que não estiveram presentes na cerimónia de posse dos membros do governo, na semana passada, o que terá levado o chefe de Estado a exonerá-los.
O Chefe de Estado disse na sua curta intervenção que recebeu as imagens do liceu nacional Kwame Nkrumah, que está numa fase muito avançada de degradação, tendo recomendado a nova ministra da Educação Nacional e o chefe do executivo para se engajarem na recuperação do liceu para garantir que possam funcionar no próximo ano letivo.
Questionado se tinha concertado com os renovadores (PRS) para a formação do governo ou a indicação de três dirigentes daquela formação política para o executivo, respondeu que concerta apenas com o primeiro-ministro, que “é o chefe do governo”.
“Este não é o governo dos partidos políticos. Se fosse o governo dos partidos políticos, obviamente seria do partido que ganhou as eleições legislativas, que não é o caso. Este é um governo da iniciativa presidencial. O presidente é Livre de escolher figuras a nível das formações políticas e fora das estruturas partidárias. A única pessoa com quem posso concertar é o primeiro-ministro, não os partidos políticos”, esclareceu.
Sobre as condições impostas pelos libertadores (PAIGC) para integrar no executivo, sobretudo no concerne à questão dos direitos humanos, explicou que o PAIGC não apresentou nenhuma condição para se integrar no governo.
//RTB – Democrata
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