O Conselho Nacional de Transição (CNT) da Guiné-Bissau manifestou, em nota de imprensa datada de 23 de junho de 2026, o seu “mais veemente repúdio” contra uma publicação que, segundo o próprio documento, é atribuída a Paula Borges.
De acordo com a nota recebida pela nossa redação, essa publicação terá lançado acusações sobre uma alegada tentativa de suborno a membros da delegação da CEDEAO, que se encontrava em Bissau numa missão oficial de carácter militar.
No documento, o CNT classifica as afirmações como “graves e infundadas”, considerando que se tratam de “boatos e mentiras alimentadas nas redes sociais”, sem “qualquer base factual, prova material ou rigor técnico”.
A nota acusa ainda a autora referida no documento de violar princípios deontológicos ligados à isenção, à verdade e à responsabilidade jornalística. O Conselho Nacional de Transição afirma que a República da Guiné-Bissau é um Estado soberano e que não tolerará tentativas de manchar o nome das instituições nacionais e a integridade das organizações regionais que visitam o país.
Ainda segundo o comunicado, as autoridades competentes já foram acionadas para avançar com um processo judicial criminal contra a cidadã mencionada na nota, garantindo o CNT que “a calúnia não passará impune”.
A nota de imprensa foi emitida em Bissau pelo Gabinete do Porta-Voz do Conselho Nacional de Transição.
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